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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Covardia

Fico estarrecido quando recebo e-mails de pessoas que foram covardes à época da ditadura militar e para tentar justificar sua ausência na luta contra essa ditadura querem desqualificar quem teve coragem de lutar contra a maior atrocidade que já existiu neste pais. De minha parte só tenho a agradecer e dizer principalmente aos que se foram pela causa e dizer que não morreram em vão, pois mostraram que entre morrer e não viver é melhor morrer. Hoje estamos no auge de mostrar que, a luta por democracia, valeu a pena elegendo Dilma Presidente, assim sendo estaremos omenageando também aos que tombaram.
Dilma presidente 13

Mercadante Governador 13

O 13 é o número de azar dos tucanalhas, demos e da ditadura da comunição que hoje está nas mãos de famílias, não da sociedade.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Eleições 2010

Contra as forças reacionárias da mídia brasileira"?", só mesmo a união dos seres concientes pode vencer este mal crônico. Nestes dias, o que recebi de e-mails apócrifos e discriminatórios ja perdi a conta, a campanha dos Demotuca, está uma verdadeira baixaria por parte destes que sonham um dia voltar ao poder, para continuar doando nossos bens para gringos.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Visão correta

Lula teve 'visão correta' ao falar que crise era 'marolinha', diz 'Le Monde'
17/09 - 06:12 - BBC Brasil


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma visão "bastante correta" ao dizer, no ano passado, que a crise no Brasil provocaria apenas uma "marolinha", diz artigo publicado no jornal francês Le Monde nesta quinta-feira. O diário argumenta que a recessão no Brasil durou apenas um semestre, citando o aumento de 1,9% do PIB no segundo trimestre de 2009, após queda nos dois trimestres imediatamente anteriores, além da recuperação da Bolsa de Valores de São Paulo e do real.
• Veja especial de 1 ano da crise financeira

"A rápida recuperação do Brasil demonstra a precisão da estratégia adotada pelo governo e concentrada no apoio do mercado interno. As reduções de impostos a favor das indústrias de automóveis e de eletrodomésticos mantiveram as vendas nestes nestes dois setores cruciais", afirma o jornal, lembrando ainda que a confiança do consumidor brasileiro jamais chegou a ser abalada.

No artigo, intitulado "A retomada do crescimento mundial se baseia nos Brics", o Le Monde traça o panorama econômico dos países do grupo - Brasil, Rússia, Índia e China - um ano após a queda do banco Lehman Brothers, considerada o marco da atual crise financeira global.

Outros países
"É para os grandes países emergentes que se direciona hoje a esperança de que a fase de recuperação do nível de vida vai se acelerar. E que seus modelos de crescimento, até hoje essencialmente baseados nas exportações, vão progressivamente dar lugar a um novo modelo de desenvolvimento, garantindo mais importância à demanda interna", diz o jornal.

Sobre a China, o Le Monde afirma que a previsão de crescimento de 8% para o PIB de 2009 deve ser atingida, mas ressalta que o modelo econômico do país favorece o investimento em detrimento do consumo.

O diário francês lembra que a Índia conseguiu manter um crescimento sustentado, principalmente nos setores de indústria e serviços.

Já a Rússia, tida como o país mais atingido dos Brics pela crise, também parece estar se recuperando, de acordo com o Le Monde, com um aumento do PIB nos últimos meses.
Leia mais sobre: crise financeira
Matéria tirada do IG em17/09/09

Eleições 2010

ELEIÇÕES 2010: PLEBISCITO LULA x FHC52
Escrito por Henrique Beirangê | Postado em Política | Tags: Dilma Rousseff, eleições 2010, Gilmar Mendes, governo FHC, Governo Lula, José Serra, Polícia Federal, popularidade Lula
por Henrique Beirangê
politica@blogdacomunicacao.com.br
A escolha do próximo presidente da república terá um caráter plebiscitário. Duas gestões terão de ser comparadas, a que simboliza os anos de Fernando Henrique Cardoso como presidente e a que marcou Lula como chefe do executivo brasileiro. Goste-se ou não, sua escolha será inevitavelmente entre essas duas eras. José Serra (PSDB), mesmo que não queira, terá sua imagem colada ao ex-presidente FHC. O candidato de Lula, seja Dilma ou qualquer outro, tentará colar sua imagem na alta popularidade do atual presidente.
O governo FHC foi marcado pela estabilização da moeda e o baixo crescimento econômico. Um governo apoiado pela imprensa e grandes associações empresariais como a FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Possuía apoio maciço dentro do Congresso, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado. Aprovou o que quis e travou o que não quis. Nomeou para o Supremo Tribunal Federal (STF) o atual presidente da corte Gilmar Mendes, conhecido por ter livrado o banqueiro Daniel Dantas com 2 habeas corpus em menos de 48 horas. Nomeou também o Procurador Geral da República Geraldo Brindeiros, que ganhou a alcunha de engavetador geral da república pela maneira como tratou diversas denúncias contra membros do então governo. Durante seu governo a Polícia Federal vivia sob fortes constrangimentos financeiros. Não havia reajustes salariais e muitos agentes denunciavam a inexistência de combustível para viaturas.
O Governo Lula por sua vez foi marcado pela retomada do crescimento econômico e pelos sucessivos escândalos políticos. A imprensa sempre torceu o nariz para seu governo e Lula pôde contar com o apoio de movimentos populares. A gestão de Lula foi marcada pela nomeação do primeiro negro para o STF, o ministro Joaquim Barbosa, o mesmo que aceitou a denúncia do Procurador Geral da República, Antonio Fernando de Souza, também nomeado por Lula, quanto ao escândalo do suposto mensalão.

Os últimos presidentes brasileiros: Lula e FHC – Crédito: Reprodução
Lula marcou seu governo por simbolismos nacionalistas e FHC por investidas mais liberais. Fernando Henrique foi responsável pela privatização do sistema de telefonia, pela venda da mineradora Vale e pela abertura de parte dos ativos da Petrobrás no sistema financeiro. Lula, embora tenha sido pragmático na condução da política econômica, com manutenção dos juros para controle de inflação, quanto a política fiscal tem sido desastroso. Aumento de gastos exponencialmente, criação de cargos em número excessivo, sobretudo comissionados, os que não exigem concurso público e são usados como moeda de troca em acordos políticos. Com sinalização também nacionalista, aumentou a participação do Banco do Brasil no sistema financeiro com as aquisições da Nossa Caixa e o banco Votorantim.
Quanto à política externa, Fernando Henrique preferiu o alinhamento e até uma subserviência aos interesses dos Estados Unidos. As estratégias comerciais prevaleciam parcerias unilaterais com os norte-americanos em detrimento de alianças mais universais com outros blocos econômicos. Lula extendeu a parceria Sul-Sul. Ampliou acordos comerciais com países europeus, asiáticos e até do Oriente Médio. O Ministério das Relações Exteriores via nesse tipo de política uma forma de aumentar a importância estratégica do Brasil no mundo e diminuir o unilateralismo americano nas relações econômicas com a América do Sul. A estratégia deu certo. As exportações saíram da casa dos U$$ 60 bilhões durante o governo FHC, para U$$ 200 bilhões na era Lula.
Segue a seguir alguns números para que você possa começar a pensar no assunto. Os números estão atualizados até 2005.
Número de policiais federais:
Lula: 11 mil
FHC: 5 mil
Operações da PF contra a corrupção, crime organizado, lavagem de dinheiro etc.:
Lula- 183
FHC- 20
Prisões efetuadas:
Lula: 2.971
FHC: 54
Criação de empregos:
Lula: 6 milhões (4 milhões com carteira assinada)
FHC: 700 mil
Média anual de empregos gerados:
Lula: 1,14 milhão
FHC: 87,5 mil
Média mensal de empregos gerados:
Lula: 95 mil
FHC: 87 mil
Taxa de desemprego nas regiões metropolitanas:
Lula: 8,3%
FHC: 11,7%
Exportações (em dólares):
Lula: 118,3 bilhões
FHC: 60,4 bilhões
Dívida com o FMI (em dólares):
Lula: dívida paga
FHC: 14,7 bilhões
Dívida com o Clube de Paris (em dólares):
Lula: dívida paga
FHC: 5 bilhões

Comparação da popularidade dos governos Lula e FHC – Crédito: Reprodução
Fontes: IBGE, IBGE/Pnad (Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar – desde 1994); ANEEL; Bovespa; CNI; CIESP; Ministérios Federais e Agências Reg.; SUS; CES/FGV; jornais FSP, O Globo e O Estado

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Henrique Beirangê
Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora com extensão em Jornalismo Econômico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente faz pós-graduação em "Brasil: Estado e Sociedade" pelo Instituto de Ciências Humanas da UFJF. Procura focar seus estudos na crítica da conduta política e econômica dos agentes públicos brasileiros.